Por que o storytelling e o design podem ajudar você?

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Estava hoje ouvindo uma música no Spotify quando o telefone de casa tocou e precisei dar stop.

Não era nada importante, era a operadora de TV querendo agendar uma data para trocar meu codificador. 

Mas interrompeu minha programação do dia. Minha viagem musical que sempre me acompanha quando estou trabalhando, escrevendo.

Esqueci que estava curtindo algo. Voltei à atividade inicial e não conseguia avançar. Porque faltava música. Talvez faltasse ritmo à minha ideia também.

Lembrei de retornar a minha música do aplicativo. Dei um play de novo. Como era mesmo o começo? Voltei uns 30 segundos. Ops, delivery chegando, o porteiro liga. Dou um pause. 

A pizza chega com uma promoção fazendo menção à Copa e a foto da nossa seleção verde amarela. Lembrei que o Neymar caiu muito desta vez. Seu valor de mercado acabou sofrendo uma baixa junto.

Retomo, com a fatia de pizza ao lado, ao trabalho que consumia minha noite. Pensando que as boas histórias seguem um ritmo, têm uma melodia, caem, levantam, distorcem, afinam e assim se fazem inteiras, nos prendendo a atenção.
 

E você, tem dado muito PAUSE na venda da sua ideia?

Faltando PLAY para convencer seu público de algo?

Algum cliente te dando STOP?

A melhor trilha para acompanhar esta sua jornada, confesso que não sei dizer. Mas há um jeito fácil pra ajudar a tocar em alto e bom som o sucesso dos seus projetos, na hora de vender aos seus clientes, sejam eles internos ou externos: o curso de apresentações I LOVE PPT da Salamarela.

Uma aula de roteiro e design em apresentações corporativas pra você não ficar tropeçando ou caindo no seu discurso de negócio.

Dias 7, 8, 14 e 15 de agosto, das 19h30 às 22h30, lá no Espaço Josefin Co, Rua Bagé, 204 – Vila Mariana/ SP.


Escreve pra querofazer@salamarela.com.br e pede mais informações.

Pra quem não é Neymar e não ganha dinheiro deitado, uma ótima escolha pra começar com tudo o segundo semestre do ano.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

O novo comunicador

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O novo comunicador

Todos nós somos comunicadores, mas nem todos dominamos as técnicas da comunicação empresarial. Para comunicar algo, o principio básico é passar uma mensagem a alguém, seja por voz, texto ou imagem, e o receptor entender alguma coisa. Não significa que esse receptor entenderá a sua mensagem da forma que você a pensou originalmente.

O principio básico da comunicação é que a mensagem sofre modificações neste caminho entre emissor e receptor, por fatores diversos. Entre esses fatores, está um grande filtro chamado ideologia.

Um exemplo simples são os debates políticos no Brasil. Todos nós lemos ou assistimos às mesmas notícias na imprensa, mas cada um interpreta de um jeito e boa parte de nós, seja de qualquer espectro político, acredita que a imprensa é manipuladora por não expressar algo da forma como gostaríamos.

Este é o filtro pela ideologia. Para os fins deste artigo, não há um lado certo ou errado. O importante é entender que dependendo do ambiente, dos valores e de outras questões, as ideologias filtram como entendemos o mundo.

As técnicas de comunicação existem para tentar fazer com que a mensagem chegue ao seu destinatário de forma mais próxima ao que o emissor pretendeu. Hoje, para conseguir esse feito, que já era complicado em um mundo sem comunicação instantânea, é necessário antes de tudo construir a mensagem junto com o receptor. Não há mais uma via única, a que um fala e o outro escuta. Porque hoje, quem escuta, rebate caso se sinta atingido. É uma bomba-relógio para a reputação de qualquer empresa.

Por isso, antes de traçar qualquer estratégia, é preciso entender o comportamento do público para conseguir saber o que mais importa: o como essa pessoa ou esse grupo interpretará a mensagem. Nesse sentido, o comunicador precisa ser empático. Há muitas ações possíveis, como engajar influenciadores digitais com um projeto corporativo específico para que eles sejam os mensageiros. Isso é empatia. É não tentar ser o dono da conversa.

As mensagens são instantâneas, simultâneas e têm dimensão global. O comunicador deve ser muito rápido para entender cenários e conseguir prever como a mensagem será contextualizada por públicos determinados. O novo comunicador é qualquer profissional que tem algo a dizer, não tenta dominar o diálogo e consegue estabelecer laços empáticos com os mais variados grupos. 

Por Carol Mendes
Colaboradora da Salamarela, Relações Públicas e Professora.

Carol Mendes

Relações Públicas | Professora.

Profissional de Relações Públicas com dez anos de experiência em agências de comunicação, nas áreas de assessoria de imprensa e mídias sociais. Atuação nos segmentos de Finanças, Educação, Direito, Alimentação, Entidades de Classe, Moda e Beleza.

Possui mestrado pela Universidade Estadual de Campinas em Linguística, na área de Análise do Discurso.

Como é que eu lido com um whatsapp desses?

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Como é que eu lido com um whatsapp desses?

A mensagem de Whatsapp era assim: “oi... sabe de quem ta precisando...obg”

Eu deixei de lado porque, além de ser de um número desconhecido, mal dou conta do que preciso dar conta. Mas, quando retomei o celular para responder algumas mensagens importantes, fiquei pensando no teor suposto (ou suspeito) desta.

Se não fosse algo saído de uma penitenciária direto para o meu número,
ponderei algumas possibilidades.

1. Seria alguém com a intenção de se fazer lembrada(o).
2. Alguém que gosta muito de reticências.
3. Uma mensagem para o destinatário errado.
4. Sendo a mensagem uma pergunta, faltava uma interrogação.
5. A pessoa foi acometida por uma dor súbita enquanto digitava e não deu tempo de concluir o raciocínio.
6. Um trecho de um poema contemporâneo.
7. Podia ser pior, tipo “vou estar enviando uma mostra grátis”.

Vi pela foto no perfil do remetente que conhecia a pessoa, um ex-colega de trabalho, da área de comunicação. Bastante escolarizado, por sinal, ainda que tenha esquecido um pedaço das aulas. Bastante gente fina, por sinal. Aí caiu minha ficha de que ele me indagava sobre oportunidades de trabalho.

Foi neste momento que entendi: estamos desaprendendo a escrever.

Cada vez mais estamos lendo menos, conversando menos e escrevendo mais. Seja nas empresas, com a família ou com os clientes, afinal, usamos feito loucos os canais digitais e as redes sociais porque esta é a nossa atual forma de interação, goste ou não.

Se meu prezado colega continuasse escrevendo assim, imagine na hora em que tivesse de vender o seu peixe em um e-mail para um possível recrutador? Certamente ele precisaria de muita ajuda – e muita sorte - para conseguir freelas ou emprego.

A partir desta percepção que nasceu o curso S.H.O.W!

Um novo treinamento de ESCRITA & STORYTELLING PARA NEGÓCIOS, feito para ajudar as pessoas a se comunicarem melhor por meio da escrita e, principalmente, venderem bem suas ideias, projetos, produtos ou serviços através de conteúdos bem estruturados e impactantes.

Serve para todo tipo de necessidade de comunicação escrita.

Para você que rala todo dia escrevendo relatórios, e-mails na empresa, faz apresentações em PPT, posta nas redes sociais sobre o seu negócio ou ainda escreve TCCs ou teses acadêmicas. E até para quem está buscando uma recolocação e quer ter um perfil de LinkedIn bem escrito ou enviar um e-mail para alguma vaga profissional, que se destaque da concorrência.

Se você precisa de resultados mais efetivos para as suas mensagens, este curso é para você.

É um curso com muita prática, fora a teoria. Mão na massa mesmo para experimentar as melhores ferramentas de elaboração de conteúdo e de uma escrita clara, coesa e objetiva. Imprescindível no mundo dos negócios.

Esse Whatsapp do meu colega já tem um tempo. Hoje ele está empregado, satisfeito. Na época, decidi falar com ele pessoalmente pra dar o toque. Ainda bem que no chope é bem mais fácil a gente se conectar e dizer um para o outro o que deseja. Basta um brinde.

Quer dar um S.H.O.W! na sua área de atuação?
Escreva para
querofazer@salamarela.com.br e saiba mais.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.

Será que o PPT morreu?

Será que o PPT morreu?

Semanas atrás Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon declarou o começo do fim do powerpoint como ferramenta de apresentação. E, desde então, muitos alunos e até alguns clientes passaram a me questionar se realmente é necessário fazer um curso de apresentação.

Como fundadora da Salamarela, empresa especializada em apresentações, pode soar estranho o que vou dizer. Mas sim, concordo com Jeff Bezos, o powerpoint como “muleta” está com os dias contados. Até que enfim!

Explico melhor, vem comigo.

Meu maior desafio em sala de aula é exatamente este, explicar e mostrar para os alunos que o powerpoint é uma ferramenta que complementa e auxilia a narrativa e não é para ser usado como relatório “bonitinho”, recheado de informações e dados, no qual a pessoa transita pelos slides lendo cada trecho do seu conteúdo.

Construir uma apresentação, começa com papel e caneta na mão. É colocar no papel, o que você precisa informar, qual é a mensagem que deve ficar na cabeça das pessoas ao saírem da sala de reunião. Aqui estamos falando de Storytelling, de construção de narrativa.

Assim como nos filmes, você precisa criar uma história com começo, meio e fim. Pensar como argumentar para que a sua plateia embarque na sua ideia e adote o seu ponto de vista. Seguindo o raciocínio de Bezos, um bom conteúdo estruturado vale mais do que mil bullets. 

Mas, e o powerpoint?

Agora sim, entra o design. O design é para ser usado com funcionalidade, caso contrário melhor nem abrir o programa.

Você deve usar o powerpoint para apoiá-lo na sua argumentação. Os recursos visuais ajudam a contextualizar o seu discurso. Vou dar um exemplo fictício, com antes e depois, para ficar mais claro.

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Neste exemplo, a mensagem era informar que a construtora havia crescido 3,5% no quarto trimestre. O que normalmente todo mundo faz é mostrar um gráfico de pilhas. E este é o grande erro. Pois é um slide meramente informativo, sem qualquer narrativa ou engajamento, que provavelmente quem está assistindo tenta decifrar cada número. A solução do design mostra como é possível engajar e transformar a informação usando o powerpoint com os recursos visuais adequados.

Acredito que mais do que deixar de usar o powerpoint é mudar a maneira como você cria o seu conteúdo e usa a ferramenta. Sem conteúdo não há powerpoint, e não há design que sustente a sua história. Por outro lado, um bom conteúdo precisa de um bom design para se conectar com a sua plateia. O TED não me deixa mentir. :)

Se você também acredita que apresentações bem-sucedidas precisam de um bom roteiro + visual, conheça o nosso curso de apresentações " I love PPT".

Por Nelise Cardoso
Fundadora da Salamarela, publicitária e professora que acredita que se compartilharmos o nosso conhecimentos podemos gerar grandes resultados.

A luz mais forte no incêndio do Paissandu: 40 segundos mudam uma vida.

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A luz mais forte no incêndio do Paissandu: 40 segundos mudam uma vida.

Vivemos há poucos dias uma tragédia mais do que anunciada, das mais dolorosas, que impactou diversas famílias e todo o tempo dos seus sonhos.

Assistimos inúmeras vezes a mídia reproduzir a tentativa de resgate de um dos moradores do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu.

Como se o tempo perdido vendo aquela cena nos pudesse ensinar o que ainda não entendemos: a vida passa extremamente rápido.
 

E por que este assunto te interessa, se daqui a segundos você estará fazendo outra coisa que não lendo este artigo?

Porque no mundo dos negócios, saímos do “tempo é dinheiro” e estamos no “tempo é vida”.

Nada mais pertinente hoje em dia do que falar de vida, empatia, emoções, o que o seu produto ou serviço muda no dia-a-dia das pessoas. Tempo já era, já estamos todos quase sem ele. Tudo é corrido, tudo é urgente.

Se você estiver diante de um potencial cliente e levar mais de 40 segundos para dizer o que tem de legal a oferecer, será deletado.

Morre-se por segundos.

Muita gente lê o título do e-mail que você envia, mas só alguns abrem o mesmo e leem por inteiro. Seu assunto e o primeiro parágrafo são determinantes para despertar a atenção do que você escreve e garantir o sucesso do seu objetivo, seja ele a venda de uma ideia, produto ou serviço.

E assim também deve ser com um pitch de vendas. Se demorar para dizer “a que veio”, esquece. Sua audiência vai bocejar.

Minha sugestão é mostrar logo toda a vida que o seu produto, serviço ou ideia pode nos trazer. Não perca tempo.

E aproveite mais horas do seu dia investindo no que te faz feliz.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.

O Design é um incrível recurso para dar força ao seu Storytelling.

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O Design é um incrível recurso para dar força ao seu Storytelling.

Tem muita gente que pensa: “vou fazer uma apresentaçãozinha bacana, cheia de efeitos do PPT e show, pontos na conta com o meu chefe ou cliente.”

Pode até ser que isto aconteça, que você nem tenha de pensar no tipo de conteúdo que vai produzir, escreva de qualquer jeito, dê uma boa maquiada no PPT e pronto, tudo pode dar certo. O que depende muito também do nível crítico e de atenção da sua plateia. Se for baixo, sim, o plano aqui pode até ser bem sucedido. Mas garanto que não ficar por muito tempo na memória de ninguém.

Fique atento, tudo até pode dar certo. Não significa que vai dar certo. Porque uma apresentação onde Roteiro e Design não andam juntos, não conecta, não engaja, não convence.

O Design existe para levantar a moral do seu conteúdo, ajudar você a contar bem a sua história, humanizar suas ideias e trazer uma narrativa visual interessante para aquilo que apresenta. Sozinho, um bom design não garante que vá salvar a falta de argumentação e roteirização da sua apresentação. O contrário vale da mesma forma: um bom conteúdo não salva um Design mal construído.

 

O Design é um incrível recurso para dar força ao seu Storytelling.

Assim como quando nos vestimos para uma festa. É para valorizar o conteúdo que oferecemos, nos colocarmos à vista de quem nos interessa, nos apresentarmos bem. É desse jeito que a gente chama a atenção das pessoas. Muito embora a aparência não seja tudo, faz toda a diferença no jogo da sedução social, profissional e pessoal.

Com uma boa apresentação corporativa funciona do mesmo jeito: você primeiro cria o conteúdo, planeja e escreve o que quer transmitir e depois escolhe a melhor “roupa” para que todos olhem para você, sejam impactados e sobretudo transformados pela sua comunicação.

Aí, você diz: “mas eu não sou Designer, como vou conseguir deixar meu PPT assim bonitão, clean e vendedor no visual?”


Ninguém espera que você vire o(a) mestre do Design da noite para o dia, porque isso leva muito tempo, estudo e prática, mas você pode sim acrescentar ao seu dia-a-dia um olhar mais atento às potencialidades do Design e fazer dele um excelente aliado à suas apresentações, adotando algumas noções básicas de alinhamento, tipologia, uso de cores, fotos, formas, contrastes e outros recursos.
 

Abra o seu olhar para tudo o que está à sua volta.

Repare em anúncios e matérias de revista, jornais, internet, infográficos da mídia em geral, repare nas cores, preste atenção como um formato ou foto destaca uma ideia. Ou como um gráfico pode ser dito de maneiras bem mais simples. Assista a filmes, peças de teatro, repare nos figurinos, letreiros do cartaz do espetáculo. Enfim, tudo se comunica pelo Design.

O Design está em tudo e em cada um de nós. Para dominá-lo, deixe primeiro ele entrar na sua vida. Depois, você vai ver que estará usando e abusando da estética e do bom gosto nas suas apresentações. Como no dia que você aprendeu a andar de bicicleta e até hoje não sabe dizer de que jeito isso aconteceu.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.

A forma como defendemos nossos pontos-de-vista.

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A forma como defendemos nossos pontos-de-vista.

Foto Lula Marques/Liderança do PT na câmara.

Há os que gritam “Marielle não está mais presente”.
E estes debatem com quem diz “Marielle está presente!”.
 

Tanto um grupo quanto o outro se mostra conhecedor de uma verdade, mas o que
parece não estar presente entre todos nós é a capacidade de argumentar melhor sobre nossas opiniões e sustentar uma narrativa que faça sentido. Bom, pelo menos a perplexidade e indignação diante da violência, essa parece estar entre a gente ainda.

Quando levamos isso para o ambiente dos negócios, essa dificuldade fica bem nítida.

É um tal de:

“O cliente não entendeu nada da proposta.”
“A reunião foi chata, demorada.”
“O fornecedor leu tudo errado o que eu enviei por e-mail.”
“Tava redondinho o projeto! Mas na apresentação pra Diretoria bateu na trave.”
“Você não captou o que eu quis dizer.”

Quer uma resposta bastante possível para tanta angústia? História mal contada,
ideia mal vendida.

E achar onde está Wally pode parecer bem mais simples do que você imagina.

Dica 1
Faltou entender o que o seu público desejava.

Dica 2
Faltou construir uma mensagem central clara na sua venda.

Dica 3
Faltou captar qual o objetivo chave da sua argumentação.

Dica 4
Faltou criar uma história que convença.

Dica 5
Faltou dar um layout bacana ao seu discurso.

Ou faltou tudo isso junto e misturado. Principalmente porque nenhum conteúdo se sustenta, por mais incrível que seja, se não estiver amarrado com um bom design.

Mas, calma, não fiquem chateados ao ler isso, porque tenho certeza que tecnicamente você tinha todos os argumentos na mão para dar um show. O que faltou a você falta a muitos profissionais e empresas com bastante frequência.

Pegue uma apresentação corporativa ou pitch de vendas e analise isso. Quantas você já viu que tinham até um conteúdo interessante, mas estavam muito feias, confusas, poluídas de elementos.

Afastaram o olhar, dispersaram a audiência, espantaram o coração.

E se tem uma coisa que jamais podemos fazer quando criamos um storytelling de negócios
é isso, menosprezar a narrativa visual do que contamos.

Apresentações servem para nos conectar da melhor forma com o nosso público, torná-los apaixonados como nós pelo que defendemos. É como um vestido lindo na vitrine que nos atrai pelo tecido, textura, cor, forma, estilo. A gente quer ser ver dentro dele o mais rápido possível. Ou, com um exemplo mais a ver com os meninos: é como a Ferrari passando ao seu lado com seu ronco adrenalizante, impossível não se projetar ao volante dela.

Faça suas apresentações serem as mais potentes e maravilhosas também. Conte a sua história com todo o brilho e vigor. No conteúdo e na forma.

Porque para estar sempre vivos na lembrança e escolha das pessoas e clientes, você ou
sua empresa têm que ser um pouco como a figura agora imortal da socióloga e vereadora Marielle Franco. Presentes até quando não estão mais presentes.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.

Não é não. É com essa objetividade que você conquista um sim.

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Não é não. É com
essa objetividade
que você conquista
um sim.

Uma das maiores dificuldades de quem faz apresentações é manter a objetividade. Neste Carnaval de 2018, tivemos um excelente exemplo de como fazer isso bem.

A campanha do “não é não”  dominou várias cidades brasileiras, tomando conta das ruas através de uma tatuagem que as mulheres usavam.
 

A ideia foi deixar bem claro que puxar cabelo, forçar um beijo ou sair agarrando sem permissão é a coisa mais sem graça do mundo, tudo o que as mulheres repudiam. Não era
a folia e o espírito festivo do Carnaval que faria isso ser diferente.

A ideia pegou. Era só conversar com a mulherada pelos blocos para perceber que o movimento deu certo, todas notaram muito menos assédios agressivos neste Carnaval.

Como se ouviu de uma das foliãs, “foi preciso escrever para as pessoas entenderem que
não é não”.

E é assim também com uma apresentação corporativa eficiente.

Você precisa deixar absolutamente claro e mostrar o que pretende dizer porque muitas
vezes seu público não está, por algum motivo, compreendendo sua mensagem. É preciso mostrar a ele de forma objetiva cada vantagem.

Em geral, nos afligimos com a quantidade de informações que temos na mão para colocar
em uma apresentação, parece que tudo será útil, mas o excesso de conteúdo e dados pode matar a venda da sua ideia.

A melhor alternativa é “peneirar” o que de fato vai servir aos seus objetivos, o que realmente vai impactar a sua audiência, o que vai contribuir para a sua mensagem. Isso é o que chamamos de estruturação narrativa da sua apresentação.  O primeiro passo para você organizar seu conteúdo com coerência.

É como montar um esqueleto. Sem ele, não é possível criar cabeça, corpo e membros
e adicionar o apelo emocional que vai conectar e engajar sua plateia.

Só com objetividade a gente consegue clareza. Só com objetividade a gente dá
o salto para humanizar nossa apresentação e chegar onde queremos: no SIM É SIM
do nosso cliente.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

/Source

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.

Quando você mete a colher aqui o resultado é incrível.

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Quando você mete
a colher aqui
o resultado é incrível.

Já parou pra pensar que passamos
o dia contando histórias?

Seu filho não quer estudar, você conta uma história para mostrar a ele que se continuar
assim não vai chegar a lugar nenhum. Seu chefe cobra agilidade na solução de um projeto, você conta uma história para explicar que depende de outras áreas para tocar a ideia.
O gerente do banco pergunta o porquê do empréstimo, você conta a história da sua vida para sensibilizá-lo a liberar o crédito pela menor taxa de juros.

Assim somos feitos, de histórias, que a todo momento nos rodeiam para que possamos entender melhor o mundo em que vivemos e transmitir nossos valores e pontos de vista. 
E isso não é conversa furada, é o que nos impulsiona para girar a roda da nossa sociabilidade.

Aliás, é com uma habilidade incrível que criamos essas pequenas histórias
do dia-a-dia para sobreviver e multiplicar nossas crenças.

Adoramos beber de novas fontes para inflar nossa imaginação. Vide o poder do
cafezinho nas empresas, e poder inquestionável da Literatura, do Cinema e de tantas outras formas artísticas, que há séculos nos alimentam de sonhos, filosofias e experiências.

No mundo corporativo, o poder das boas histórias está mais do que comprovado e faz total diferença no jogo.

Quantas vezes você estudou a fundo um projeto, desenhou toda a estratégia, se assegurou dos riscos, estabeleceu um cenário, analisou as vantagens, mostrou em detalhes ao cliente ou a um superior e teve uma enorme surpresa: a ideia não foi aprovada? Nessa hora parece que a gente vê aquele lindo castelo de cartas desmoronado em nossa frente e toda nossa confiança de que daria certo vai por água abaixo.

Acredito que você já conhece sabe bem o sabor amargo desta experiência. E certamente agora busca desenvolver uma trama muito mais amarrada sobre tudo o que envolve o seu projeto para vender bem o seu peixe.

Uma dica fácil e acessível é abrir aquela janela de criatividade que existe em você.

Não adianta se colocar naquela posição de “criatividade não é comigo” que não cola
nenhum um pouco. Afinal, aquela pessoa cheia de boas histórias, que todos nós conhecemos (olhe agora no espelho), é mais do que capacitada para trazer algo novo, aquilo que não se previa e que pode mudar ou facilitar a vida do seu interlocutor ou público. Sim, esta pessoa
é você.

A boa notícia é que, junto ao frio na barriga que você pode estar sentindo diante do
desafio de criar apresentações corporativas, vendedoras e impactantes, existe uma receita de bolo simples de ser seguida, que une as ferramentas do Storytelling e do Design.

Neste modo de preparar até cabem mais farinha e fermento ao seu sabor, desde
que você entenda o objetivo final: servir uma deliciosa apresentação, que vai deixar
todo mundo babando com as vantagens e benefícios da sua ideia.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
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Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.