Por que eu acredito na educação?

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Por que eu acredito na educação?

Eu prefiro um lápis na mão à uma arma. Em tempos de tanta intolerância e egoísmo, prefiro confiar em projetos que investem na valorização do ser humano.

A Bruna, idealizadora do Projeto Pupila, é uma destas pessoas. Sua missão é proporcionar por meio da educação, oportunidades para jovens – menos favorecidos.

Sem investimentos, infraestrutura mas com um sonho na cabeça. Em 2017, a Bruna começou com a ferramenta que ela tinha na mão, o seu conhecimento em secretariado. Era apenas uma ideia. Mas, como acredito que o universo retribui pessoas como ela que trabalham para o bem, o projeto decolou. Familiares, amigos, empresas e alunos se mobilizaram pela causa. Em menos de 3 meses, o curso de secretariado se tornou o Curso Livre de Assistente Administrativo com duração de 9 meses, com a colaboração de 26 professores voluntários para formação de 28 pupilos.

E as conquistas não param por aí, amanhã dia 20 de outubro, no Centro Universitário da Belas Artes, a Bruna reunirá diversas pessoas do mundo corporativo para um dia de palestras, para que cada um de nós contribua para que estes jovens não desistam e continuem confiando que a educação é o caminho para que possam chegar onde eles quiserem.

O evento é gratuito, e eu convido vocês para que possam participar deste movimento. Tenho fé nas pessoas, no universo e em projetos como o da Bruna, que nos inspiram, e nos levam para uma sociedade mais democrática e humana.

Estarei lá amanhã não só para palestrar, mas porque penso que o nosso maior problema está na educação e na empatia.
Parte da violência e da corrupção poderiam ser amenizadas se a educação fosse levada mais a sério e se as pessoas no dia a dia se respeitassem mais. Como a Bruna diz:

“O Projeto Pupila é mais do que sala de aula, é coração. Somos uma família unida para transformar outras famílias.”

E, como professora, trabalhando com comunicação corporativa, uma cadeira em cada curso da Salamarela, será de um jovem aprendiz do Projeto Pupila.

Compartilhem, curtam este movimento para que mais e mais professores, empresas, alunos lutem por um mundo mais igual.

www.projetopupila.com.br
https://www.facebook.com/projpupila/

Por Nelise Cardoso
Fundadora da Salamarela, publicitária e professora que acredita que se compartilharmos o nosso conhecimentos podemos gerar grandes resultados.

Por que o storytelling e o design podem ajudar você?

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Estava hoje ouvindo uma música no Spotify quando o telefone de casa tocou e precisei dar stop.

Não era nada importante, era a operadora de TV querendo agendar uma data para trocar meu codificador. 

Mas interrompeu minha programação do dia. Minha viagem musical que sempre me acompanha quando estou trabalhando, escrevendo.

Esqueci que estava curtindo algo. Voltei à atividade inicial e não conseguia avançar. Porque faltava música. Talvez faltasse ritmo à minha ideia também.

Lembrei de retornar a minha música do aplicativo. Dei um play de novo. Como era mesmo o começo? Voltei uns 30 segundos. Ops, delivery chegando, o porteiro liga. Dou um pause. 

A pizza chega com uma promoção fazendo menção à Copa e a foto da nossa seleção verde amarela. Lembrei que o Neymar caiu muito desta vez. Seu valor de mercado acabou sofrendo uma baixa junto.

Retomo, com a fatia de pizza ao lado, ao trabalho que consumia minha noite. Pensando que as boas histórias seguem um ritmo, têm uma melodia, caem, levantam, distorcem, afinam e assim se fazem inteiras, nos prendendo a atenção.
 

E você, tem dado muito PAUSE na venda da sua ideia?

Faltando PLAY para convencer seu público de algo?

Algum cliente te dando STOP?

A melhor trilha para acompanhar esta sua jornada, confesso que não sei dizer. Mas há um jeito fácil pra ajudar a tocar em alto e bom som o sucesso dos seus projetos, na hora de vender aos seus clientes, sejam eles internos ou externos: o curso de apresentações I LOVE PPT da Salamarela.

Uma aula de roteiro e design em apresentações corporativas pra você não ficar tropeçando ou caindo no seu discurso de negócio.

Dias 7, 8, 14 e 15 de agosto, das 19h30 às 22h30, lá no Espaço Josefin Co, Rua Bagé, 204 – Vila Mariana/ SP.


Escreve pra querofazer@salamarela.com.br e pede mais informações.

Pra quem não é Neymar e não ganha dinheiro deitado, uma ótima escolha pra começar com tudo o segundo semestre do ano.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

O novo comunicador

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O novo comunicador

Todos nós somos comunicadores, mas nem todos dominamos as técnicas da comunicação empresarial. Para comunicar algo, o principio básico é passar uma mensagem a alguém, seja por voz, texto ou imagem, e o receptor entender alguma coisa. Não significa que esse receptor entenderá a sua mensagem da forma que você a pensou originalmente.

O principio básico da comunicação é que a mensagem sofre modificações neste caminho entre emissor e receptor, por fatores diversos. Entre esses fatores, está um grande filtro chamado ideologia.

Um exemplo simples são os debates políticos no Brasil. Todos nós lemos ou assistimos às mesmas notícias na imprensa, mas cada um interpreta de um jeito e boa parte de nós, seja de qualquer espectro político, acredita que a imprensa é manipuladora por não expressar algo da forma como gostaríamos.

Este é o filtro pela ideologia. Para os fins deste artigo, não há um lado certo ou errado. O importante é entender que dependendo do ambiente, dos valores e de outras questões, as ideologias filtram como entendemos o mundo.

As técnicas de comunicação existem para tentar fazer com que a mensagem chegue ao seu destinatário de forma mais próxima ao que o emissor pretendeu. Hoje, para conseguir esse feito, que já era complicado em um mundo sem comunicação instantânea, é necessário antes de tudo construir a mensagem junto com o receptor. Não há mais uma via única, a que um fala e o outro escuta. Porque hoje, quem escuta, rebate caso se sinta atingido. É uma bomba-relógio para a reputação de qualquer empresa.

Por isso, antes de traçar qualquer estratégia, é preciso entender o comportamento do público para conseguir saber o que mais importa: o como essa pessoa ou esse grupo interpretará a mensagem. Nesse sentido, o comunicador precisa ser empático. Há muitas ações possíveis, como engajar influenciadores digitais com um projeto corporativo específico para que eles sejam os mensageiros. Isso é empatia. É não tentar ser o dono da conversa.

As mensagens são instantâneas, simultâneas e têm dimensão global. O comunicador deve ser muito rápido para entender cenários e conseguir prever como a mensagem será contextualizada por públicos determinados. O novo comunicador é qualquer profissional que tem algo a dizer, não tenta dominar o diálogo e consegue estabelecer laços empáticos com os mais variados grupos. 

Por Carol Mendes
Colaboradora da Salamarela, Relações Públicas e Professora.

Carol Mendes

Relações Públicas | Professora.

Profissional de Relações Públicas com dez anos de experiência em agências de comunicação, nas áreas de assessoria de imprensa e mídias sociais. Atuação nos segmentos de Finanças, Educação, Direito, Alimentação, Entidades de Classe, Moda e Beleza.

Possui mestrado pela Universidade Estadual de Campinas em Linguística, na área de Análise do Discurso.

Como é que eu lido com um whatsapp desses?

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Como é que eu lido com um whatsapp desses?

A mensagem de Whatsapp era assim: “oi... sabe de quem ta precisando...obg”

Eu deixei de lado porque, além de ser de um número desconhecido, mal dou conta do que preciso dar conta. Mas, quando retomei o celular para responder algumas mensagens importantes, fiquei pensando no teor suposto (ou suspeito) desta.

Se não fosse algo saído de uma penitenciária direto para o meu número,
ponderei algumas possibilidades.

1. Seria alguém com a intenção de se fazer lembrada(o).
2. Alguém que gosta muito de reticências.
3. Uma mensagem para o destinatário errado.
4. Sendo a mensagem uma pergunta, faltava uma interrogação.
5. A pessoa foi acometida por uma dor súbita enquanto digitava e não deu tempo de concluir o raciocínio.
6. Um trecho de um poema contemporâneo.
7. Podia ser pior, tipo “vou estar enviando uma mostra grátis”.

Vi pela foto no perfil do remetente que conhecia a pessoa, um ex-colega de trabalho, da área de comunicação. Bastante escolarizado, por sinal, ainda que tenha esquecido um pedaço das aulas. Bastante gente fina, por sinal. Aí caiu minha ficha de que ele me indagava sobre oportunidades de trabalho.

Foi neste momento que entendi: estamos desaprendendo a escrever.

Cada vez mais estamos lendo menos, conversando menos e escrevendo mais. Seja nas empresas, com a família ou com os clientes, afinal, usamos feito loucos os canais digitais e as redes sociais porque esta é a nossa atual forma de interação, goste ou não.

Se meu prezado colega continuasse escrevendo assim, imagine na hora em que tivesse de vender o seu peixe em um e-mail para um possível recrutador? Certamente ele precisaria de muita ajuda – e muita sorte - para conseguir freelas ou emprego.

A partir desta percepção que nasceu o curso S.H.O.W!

Um novo treinamento de ESCRITA & STORYTELLING PARA NEGÓCIOS, feito para ajudar as pessoas a se comunicarem melhor por meio da escrita e, principalmente, venderem bem suas ideias, projetos, produtos ou serviços através de conteúdos bem estruturados e impactantes.

Serve para todo tipo de necessidade de comunicação escrita.

Para você que rala todo dia escrevendo relatórios, e-mails na empresa, faz apresentações em PPT, posta nas redes sociais sobre o seu negócio ou ainda escreve TCCs ou teses acadêmicas. E até para quem está buscando uma recolocação e quer ter um perfil de LinkedIn bem escrito ou enviar um e-mail para alguma vaga profissional, que se destaque da concorrência.

Se você precisa de resultados mais efetivos para as suas mensagens, este curso é para você.

É um curso com muita prática, fora a teoria. Mão na massa mesmo para experimentar as melhores ferramentas de elaboração de conteúdo e de uma escrita clara, coesa e objetiva. Imprescindível no mundo dos negócios.

Esse Whatsapp do meu colega já tem um tempo. Hoje ele está empregado, satisfeito. Na época, decidi falar com ele pessoalmente pra dar o toque. Ainda bem que no chope é bem mais fácil a gente se conectar e dizer um para o outro o que deseja. Basta um brinde.

Quer dar um S.H.O.W! na sua área de atuação?
Escreva para
querofazer@salamarela.com.br e saiba mais.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.

A luz mais forte no incêndio do Paissandu: 40 segundos mudam uma vida.

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A luz mais forte no incêndio do Paissandu: 40 segundos mudam uma vida.

Vivemos há poucos dias uma tragédia mais do que anunciada, das mais dolorosas, que impactou diversas famílias e todo o tempo dos seus sonhos.

Assistimos inúmeras vezes a mídia reproduzir a tentativa de resgate de um dos moradores do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu.

Como se o tempo perdido vendo aquela cena nos pudesse ensinar o que ainda não entendemos: a vida passa extremamente rápido.
 

E por que este assunto te interessa, se daqui a segundos você estará fazendo outra coisa que não lendo este artigo?

Porque no mundo dos negócios, saímos do “tempo é dinheiro” e estamos no “tempo é vida”.

Nada mais pertinente hoje em dia do que falar de vida, empatia, emoções, o que o seu produto ou serviço muda no dia-a-dia das pessoas. Tempo já era, já estamos todos quase sem ele. Tudo é corrido, tudo é urgente.

Se você estiver diante de um potencial cliente e levar mais de 40 segundos para dizer o que tem de legal a oferecer, será deletado.

Morre-se por segundos.

Muita gente lê o título do e-mail que você envia, mas só alguns abrem o mesmo e leem por inteiro. Seu assunto e o primeiro parágrafo são determinantes para despertar a atenção do que você escreve e garantir o sucesso do seu objetivo, seja ele a venda de uma ideia, produto ou serviço.

E assim também deve ser com um pitch de vendas. Se demorar para dizer “a que veio”, esquece. Sua audiência vai bocejar.

Minha sugestão é mostrar logo toda a vida que o seu produto, serviço ou ideia pode nos trazer. Não perca tempo.

E aproveite mais horas do seu dia investindo no que te faz feliz.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.

“Não estou nem aí com os mortos da Síria ou da Rocinha.”

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“Não estou nem aí
com os mortos da Síria ou da Rocinha.”

Como muitas vezes falamos ou escrevemos de uma maneira que não tem nada a ver com o que acreditamos.

Certo dia ouvi de uma pessoa, que me parecia muito competente em sua área de atuação profissional, algo que me impressionou bastante.

“Eu não consigo me comunicar. Está tudo na minha cabeça, mas não consigo passar para o papel, contar para o meu chefe ou escrever num e-mail. Eu não sou criativa, meu dia-a-dia é muito agitado, cliente pedindo coisa de todos os lados, não dá tempo de pensar. E acabo passando uma mensagem totalmente contrária do que eu queria.”

Por que será que temos tanta dificuldade de nos comunicar uns com os outros se fazemos isso praticamente o dia inteiro?

Desde o momento que levantamos da cama até a hora que vamos dormir, nossa rotina é tomada por mensagens enviadas e recebidas, mas existe um grau de ruído e desatenção entre nós que nos distancia do entendimento do que o outro espera da gente.

E é por este motivo que a comunicação não acontece, porque sem levar em conta essa ponte com quem nos ouve ou lê, não há empatia e aquilo que pretendemos dizer dificilmente chega do outro lado da maneira esperada.

Curioso que quando estamos no cafezinho com o colega na empresa sabemos defender muito bem nossas visões, contar um determinado assunto e até aglutinar uma roda interessante em torno de nós.

Falamos sobre o que achamos das guerras internacionais, da crise brasileira, da última série legal a que assistimos, da escalação para o próximo clássico do futebol, da viagem que fizemos (ou vamos fazer), e qualquer outro assunto com muito mais objetividade e coerência do que na forma escrita.
 

A batalha maior vem daqui: de nós mesmos.

A dificuldade parece surgir quando precisamos nos abrir para a escuta e criar um canal de comunicação em que possamos transportar nossa clareza de ideias para o papel, e-mail, post nas redes sociais ou outros formatos.

Nosso grau de humanidade, quando é ao vivo e em cores, se mostra muito mais bem sucedido. O nó se estabelece quando ele vai para outros lugares: perdemos a autenticidade e partimos muitas vezes para as palavras empoladas, ditas sofisticadas, e para a falta de coesão na linguagem, o que torna a comunicação difícil de ser recebida e  interpretada.

Alhos por bugalhos.

É como se passássemos a impressão de que os mortos da Síria ou da Rocinha não cheirassem à nossa frente e a nossa opinião fosse mais soberana do que as dores de quem falamos.

Por mais surreal que seja essa impressão, é assim que somos muitas vezes percebidos pela nossa audiência quando não nos comunicamos adequadamente.

Não, eu cabalmente não acredito que eu ou você possamos apoiar a atrocidade da guerra lá fora ou aqui dentro.

E mais do que isso: eu cabalmente acredito que todos nós somos capazes de nos comunicar bem, sermos criativos na nossa escrita e defender a humanidade na Síria, na Rocinha e nas histórias que contamos e vendemos todos os dias.
 

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.