Por que o storytelling e o design podem ajudar você?

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Estava hoje ouvindo uma música no Spotify quando o telefone de casa tocou e precisei dar stop.

Não era nada importante, era a operadora de TV querendo agendar uma data para trocar meu codificador. 

Mas interrompeu minha programação do dia. Minha viagem musical que sempre me acompanha quando estou trabalhando, escrevendo.

Esqueci que estava curtindo algo. Voltei à atividade inicial e não conseguia avançar. Porque faltava música. Talvez faltasse ritmo à minha ideia também.

Lembrei de retornar a minha música do aplicativo. Dei um play de novo. Como era mesmo o começo? Voltei uns 30 segundos. Ops, delivery chegando, o porteiro liga. Dou um pause. 

A pizza chega com uma promoção fazendo menção à Copa e a foto da nossa seleção verde amarela. Lembrei que o Neymar caiu muito desta vez. Seu valor de mercado acabou sofrendo uma baixa junto.

Retomo, com a fatia de pizza ao lado, ao trabalho que consumia minha noite. Pensando que as boas histórias seguem um ritmo, têm uma melodia, caem, levantam, distorcem, afinam e assim se fazem inteiras, nos prendendo a atenção.
 

E você, tem dado muito PAUSE na venda da sua ideia?

Faltando PLAY para convencer seu público de algo?

Algum cliente te dando STOP?

A melhor trilha para acompanhar esta sua jornada, confesso que não sei dizer. Mas há um jeito fácil pra ajudar a tocar em alto e bom som o sucesso dos seus projetos, na hora de vender aos seus clientes, sejam eles internos ou externos: o curso de apresentações I LOVE PPT da Salamarela.

Uma aula de roteiro e design em apresentações corporativas pra você não ficar tropeçando ou caindo no seu discurso de negócio.

Dias 7, 8, 14 e 15 de agosto, das 19h30 às 22h30, lá no Espaço Josefin Co, Rua Bagé, 204 – Vila Mariana/ SP.


Escreve pra querofazer@salamarela.com.br e pede mais informações.

Pra quem não é Neymar e não ganha dinheiro deitado, uma ótima escolha pra começar com tudo o segundo semestre do ano.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

O novo comunicador

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O novo comunicador

Todos nós somos comunicadores, mas nem todos dominamos as técnicas da comunicação empresarial. Para comunicar algo, o principio básico é passar uma mensagem a alguém, seja por voz, texto ou imagem, e o receptor entender alguma coisa. Não significa que esse receptor entenderá a sua mensagem da forma que você a pensou originalmente.

O principio básico da comunicação é que a mensagem sofre modificações neste caminho entre emissor e receptor, por fatores diversos. Entre esses fatores, está um grande filtro chamado ideologia.

Um exemplo simples são os debates políticos no Brasil. Todos nós lemos ou assistimos às mesmas notícias na imprensa, mas cada um interpreta de um jeito e boa parte de nós, seja de qualquer espectro político, acredita que a imprensa é manipuladora por não expressar algo da forma como gostaríamos.

Este é o filtro pela ideologia. Para os fins deste artigo, não há um lado certo ou errado. O importante é entender que dependendo do ambiente, dos valores e de outras questões, as ideologias filtram como entendemos o mundo.

As técnicas de comunicação existem para tentar fazer com que a mensagem chegue ao seu destinatário de forma mais próxima ao que o emissor pretendeu. Hoje, para conseguir esse feito, que já era complicado em um mundo sem comunicação instantânea, é necessário antes de tudo construir a mensagem junto com o receptor. Não há mais uma via única, a que um fala e o outro escuta. Porque hoje, quem escuta, rebate caso se sinta atingido. É uma bomba-relógio para a reputação de qualquer empresa.

Por isso, antes de traçar qualquer estratégia, é preciso entender o comportamento do público para conseguir saber o que mais importa: o como essa pessoa ou esse grupo interpretará a mensagem. Nesse sentido, o comunicador precisa ser empático. Há muitas ações possíveis, como engajar influenciadores digitais com um projeto corporativo específico para que eles sejam os mensageiros. Isso é empatia. É não tentar ser o dono da conversa.

As mensagens são instantâneas, simultâneas e têm dimensão global. O comunicador deve ser muito rápido para entender cenários e conseguir prever como a mensagem será contextualizada por públicos determinados. O novo comunicador é qualquer profissional que tem algo a dizer, não tenta dominar o diálogo e consegue estabelecer laços empáticos com os mais variados grupos. 

Por Carol Mendes
Colaboradora da Salamarela, Relações Públicas e Professora.

Carol Mendes

Relações Públicas | Professora.

Profissional de Relações Públicas com dez anos de experiência em agências de comunicação, nas áreas de assessoria de imprensa e mídias sociais. Atuação nos segmentos de Finanças, Educação, Direito, Alimentação, Entidades de Classe, Moda e Beleza.

Possui mestrado pela Universidade Estadual de Campinas em Linguística, na área de Análise do Discurso.

Será que o PPT morreu?

Será que o PPT morreu?

Semanas atrás Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon declarou o começo do fim do powerpoint como ferramenta de apresentação. E, desde então, muitos alunos e até alguns clientes passaram a me questionar se realmente é necessário fazer um curso de apresentação.

Como fundadora da Salamarela, empresa especializada em apresentações, pode soar estranho o que vou dizer. Mas sim, concordo com Jeff Bezos, o powerpoint como “muleta” está com os dias contados. Até que enfim!

Explico melhor, vem comigo.

Meu maior desafio em sala de aula é exatamente este, explicar e mostrar para os alunos que o powerpoint é uma ferramenta que complementa e auxilia a narrativa e não é para ser usado como relatório “bonitinho”, recheado de informações e dados, no qual a pessoa transita pelos slides lendo cada trecho do seu conteúdo.

Construir uma apresentação, começa com papel e caneta na mão. É colocar no papel, o que você precisa informar, qual é a mensagem que deve ficar na cabeça das pessoas ao saírem da sala de reunião. Aqui estamos falando de Storytelling, de construção de narrativa.

Assim como nos filmes, você precisa criar uma história com começo, meio e fim. Pensar como argumentar para que a sua plateia embarque na sua ideia e adote o seu ponto de vista. Seguindo o raciocínio de Bezos, um bom conteúdo estruturado vale mais do que mil bullets. 

Mas, e o powerpoint?

Agora sim, entra o design. O design é para ser usado com funcionalidade, caso contrário melhor nem abrir o programa.

Você deve usar o powerpoint para apoiá-lo na sua argumentação. Os recursos visuais ajudam a contextualizar o seu discurso. Vou dar um exemplo fictício, com antes e depois, para ficar mais claro.

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Neste exemplo, a mensagem era informar que a construtora havia crescido 3,5% no quarto trimestre. O que normalmente todo mundo faz é mostrar um gráfico de pilhas. E este é o grande erro. Pois é um slide meramente informativo, sem qualquer narrativa ou engajamento, que provavelmente quem está assistindo tenta decifrar cada número. A solução do design mostra como é possível engajar e transformar a informação usando o powerpoint com os recursos visuais adequados.

Acredito que mais do que deixar de usar o powerpoint é mudar a maneira como você cria o seu conteúdo e usa a ferramenta. Sem conteúdo não há powerpoint, e não há design que sustente a sua história. Por outro lado, um bom conteúdo precisa de um bom design para se conectar com a sua plateia. O TED não me deixa mentir. :)

Se você também acredita que apresentações bem-sucedidas precisam de um bom roteiro + visual, conheça o nosso curso de apresentações " I love PPT".

Por Nelise Cardoso
Fundadora da Salamarela, publicitária e professora que acredita que se compartilharmos o nosso conhecimentos podemos gerar grandes resultados.

A luz mais forte no incêndio do Paissandu: 40 segundos mudam uma vida.

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A luz mais forte no incêndio do Paissandu: 40 segundos mudam uma vida.

Vivemos há poucos dias uma tragédia mais do que anunciada, das mais dolorosas, que impactou diversas famílias e todo o tempo dos seus sonhos.

Assistimos inúmeras vezes a mídia reproduzir a tentativa de resgate de um dos moradores do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu.

Como se o tempo perdido vendo aquela cena nos pudesse ensinar o que ainda não entendemos: a vida passa extremamente rápido.
 

E por que este assunto te interessa, se daqui a segundos você estará fazendo outra coisa que não lendo este artigo?

Porque no mundo dos negócios, saímos do “tempo é dinheiro” e estamos no “tempo é vida”.

Nada mais pertinente hoje em dia do que falar de vida, empatia, emoções, o que o seu produto ou serviço muda no dia-a-dia das pessoas. Tempo já era, já estamos todos quase sem ele. Tudo é corrido, tudo é urgente.

Se você estiver diante de um potencial cliente e levar mais de 40 segundos para dizer o que tem de legal a oferecer, será deletado.

Morre-se por segundos.

Muita gente lê o título do e-mail que você envia, mas só alguns abrem o mesmo e leem por inteiro. Seu assunto e o primeiro parágrafo são determinantes para despertar a atenção do que você escreve e garantir o sucesso do seu objetivo, seja ele a venda de uma ideia, produto ou serviço.

E assim também deve ser com um pitch de vendas. Se demorar para dizer “a que veio”, esquece. Sua audiência vai bocejar.

Minha sugestão é mostrar logo toda a vida que o seu produto, serviço ou ideia pode nos trazer. Não perca tempo.

E aproveite mais horas do seu dia investindo no que te faz feliz.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.

6 dicas top para uma apresentação que convence.

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6 dicas top para
uma apresentação
que convence.

Não é sobre ter todas as pessoas do mundo olhando
para si. É sobre emoção e conquista dos seus objetivos.
É disso que fala um bom storytelling corporativo.

Quando a gente se pergunta, por que será que certas músicas fazem tanto sucesso?
Em geral, as respostas são múltiplas, mas certamente um ponto comum a todos os hits que você conhece é a capacidade de tocar um número enorme de pessoas, de se conectar de alguma forma com o que essas pessoas sentem ou pensam.

Com a criação de um storytelling poderoso o mesmo acontece. E aqui a gente mostra algumas dicas fundamentais para você chamar mais a atenção do seu público, engajar
de forma mais efetiva sua plateia e conseguir o resultado que espera.

1. Conte uma história.

Sobre o que você pretende falar? Junte todos os seus argumentos mais valiosos e construa um discurso que toque seu público onde ele é mais sensível a ser transformado pela sua mensagem.  Lembre-se: dados ou informações por si só não dizem nada, o que vale é o significado que trazem.

2. Humanize seu discurso.

Ninguém vai adotar seu ponto de vista, comprar sua ideia, produto ou serviço, se não acreditar no que você diz. Afinal, as pessoas não compram o que você vende, mas sim as crenças, valores e experiências que você oferece.

3. Defina seu público e objetivo.

Sua mensagem precisa ter um destinatário muito claro. Se não, vira bilhete em garrafa no mar. Mapeie quem é a sua plateia, que “dores” espera resolver com a sua história e o que esse público espera de você, e tenha claro em mente aonde você chegar com seu discurso. Só assim sua história vai ganhar força para ser persuasiva.

4. Estabeleça uma ideia central.

Tendo seu público e objetivos definidos, chegou a hora de dizer qual é a sua mensagem central, o que vai permear toda a construção da sua história e o que de fato vai transformar seu público. Ele deve concluir o entendimento da sua apresentação ficando com uma mensagem na cabeça. Conduza toda a sua argumentação para isso.

5. Comece estruturando o esqueleto.

Na hora da página em branco, vem a angústia de como começar. Para facilitar, puxe tudo
o que é importante. Dados, tabelas, pesquisas, relatórios, e-mails, coloque tudo “à mesa” e organize essa informação em blocos de pensamento para criar uma coerência de narrativa, ou ter um começo, meio e fim fluidos.

6. Finalize criando o apelo emocional.

Quando você tem todas as peças na mão, separadas em argumentos, fica mais fácil humanizar e buscar as conexões certas com a sua audiência, o que vai dar ritmo e movimento à sua história. E isso pode ser feito com perguntas provocativas ou retóricas onde seu produto ou serviço é a resposta, com destaques a números importantes, com chamadas que contenham palavras e termos vendedores.

Ao final, tenho certeza que o seu público vai querer saber mais sobre o que você está oferecendo e deixar de olhar para o celular ou relógio a cada minuto.

Por Cintya A Nunes
Colaboradora da Salamarela, redatora publicitária, produtora de conteúdo, storyteller ou, se preferir, contadora de histórias corporativas com finais felizes.


 

Cintya A. Nunes

Graduada em Comunicação com habilitação em Publicidade
e Propaganda pela ECA-USP.
Redatora Publicitária & Produtora de Conteúdo. 20 anos de experiência na área, trabalhando em agências dos mais variados perfis, sempre produzindo conteúdo, criando conceitos e colaborando com marcas e empresas a se comunicarem de forma eficiente com o seu público.
Clientes atendidos: Banco Itaú, Santander, Havaianas, Volkswagen, GM, BRF, Natura, O Boticário e muitos outros.